Havia um tempo em que nossos personagens andavam de quadrado
em quadrado, golpes em velocidades que nem reduzindo frames seriam possíveis de
ser capitados e as magias eram pequenas luzes de cores dessemelhantes... Mas,
quem se importa?
Era divertido e ainda é para alguns, ainda há aqueles que revivem as jogatinas antigas, por emuladores ou aqueles afortunados possuidores de consoles antigos, ainda conheço aqueles que desfrutam de um Nintendinho, Master System e até o velho Atari. A questão é, como é que nos apaixonamos por um jogo? Depende de cada um é lógico, mas para mim, é a história que contribui para o seu desenvolvimento, então, como a história flui? Como ela desenvolve? Que fatores levam-na a transparecer
em nossas mentes e nos fazer refletir sobre aquilo?
Eu digo que a história é a mistura cronológicas de ações, dividida em começo, meio e fim, é simples, mas “cabuloso” ao decorre-la. Hoje em dia um “bom jogo” não é apenas valorizado pelo seu gráfico, não é por que eu acho que os pixels dele são mais progressistas que o do outro, é claro, há aqueles que prezam a imagem e uma boa máquina para rodar aquilo, mas, o ponto alto é, o que é aquele jogo, sem uma boa história? Por que ele achou aquele item escondido? Para onde ele vai após ter comprado sua primeira montaria? De onde ele tirou aquela artimanha que o fez ser um dos homens mais ricos da atualidade? É a mistura meus caros leitores, é o tempero que da o gosto naquela sua refeição favorita. Eu sou fã de clássicos, mas também prezo uma novidade. Então que venham os novos! Revolucionando o passado e mostrando que o futuro também é impressionante e fará nossas mentes formularem naquele fator único que explodiu transformando o simples garoto que carregava uma espada de madeira em busca de um significado na vida e agora ele é o General de uma nação majestosa.
Era divertido e ainda é para alguns, ainda há aqueles que revivem as jogatinas antigas, por emuladores ou aqueles afortunados possuidores de consoles antigos, ainda conheço aqueles que desfrutam de um Nintendinho, Master System e até o velho Atari. A questão é, como é que nos apaixonamos por um jogo? Depende de cada um é lógico, mas para mim, é a história que contribui para o seu desenvolvimento, então, como a história flui? Como ela desenvolve? Que fatores levam-na a transparecer
em nossas mentes e nos fazer refletir sobre aquilo?
Eu digo que a história é a mistura cronológicas de ações, dividida em começo, meio e fim, é simples, mas “cabuloso” ao decorre-la. Hoje em dia um “bom jogo” não é apenas valorizado pelo seu gráfico, não é por que eu acho que os pixels dele são mais progressistas que o do outro, é claro, há aqueles que prezam a imagem e uma boa máquina para rodar aquilo, mas, o ponto alto é, o que é aquele jogo, sem uma boa história? Por que ele achou aquele item escondido? Para onde ele vai após ter comprado sua primeira montaria? De onde ele tirou aquela artimanha que o fez ser um dos homens mais ricos da atualidade? É a mistura meus caros leitores, é o tempero que da o gosto naquela sua refeição favorita. Eu sou fã de clássicos, mas também prezo uma novidade. Então que venham os novos! Revolucionando o passado e mostrando que o futuro também é impressionante e fará nossas mentes formularem naquele fator único que explodiu transformando o simples garoto que carregava uma espada de madeira em busca de um significado na vida e agora ele é o General de uma nação majestosa.
Fiquem “ligados”, pois nossa equipe trará diversas novidades
e logo aqui terminando essa postagem a qual eu mesmo sei que extrapolei em
algumas partes, você se lembrará do que eu disse e irá compartilhar isso com seus
seguidores ou aqueles que você mesmo segue, entre palavras, imagens ou até
mesmo numa ação do contrário. Você faz sua história, nós apenas complementamos.

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